JORNAL VERDADE E AS MULHERES NA RESISTÊNCIA À ESCRAVIDÃO

Autores

  • Karina Ceci de Sousa Holmes Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml Autor
  • Edilson Targino de Melo Filho Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml Autor
  • Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml Autor

Resumo

Este estudo investiga o papel das mulheres no movimento abolicionista paraibano por meio da análise de edições do jornal Verdade (1888–1889), vinculado à imprensa negra do período. A pesquisa destaca trajetórias femininas historicamente marginalizadas — como senhoras alforriadoras, ex-escravizadas e eleitoras — para compreender como gênero e raça atravessaram os discursos abolicionistas. A metodologia utilizada foi qualitativa e documental, com foco na análise de conteúdo. Os resultados evidenciam formas plurais de resistência feminina (simbólica, institucional e política), além de apontarem as ambivalências da imprensa enquanto espaço de denúncia e reprodutora de silenciamentos. O estudo contribui para os debates sobre imprensa, memória e justiça histórica, reposicionando a mulher como agente ativa no processo de abolição.


Biografia do Autor

  • Karina Ceci de Sousa Holmes, Universidade Federal da Paraíba
    Mestranda em Ciência da Informação - UFPB
  • Edilson Targino de Melo Filho, Universidade Federal da Paraíba
    Doutor em Ciência da Informação (UFPB)
  • Bernardina Maria Juvenal Freire de Oliveira, Universidade Federal da Paraíba
    Doutora em Ciência da Informação (UFPB)

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Publicado

05-03-2026

Volume dos Anais

Seção

GT 12 – Informação, Estudos Étnico-Raciais, Gênero e Diversidades