JUSTIÇA INFORMACIONAL ANTIRRACISTA NA EDUCAÇÃO BIBLIOTECÁRIA: PRINCÍPIOS PARA A PRÁXIS DOCENTE

Autores

  • Franciéle Carneiro Garcês-da-Silva Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) Autor
  • Ana Paula Meneses Alves Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Autor
  • Dirnéle Carneiro Garcez Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Autor
  • Nathalia Lima Romeiro Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)<span style="white-space: pre;"> </span> Autor
  • Priscila Rufino Fevrier Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) Autor

Resumo

Quais os princípios para a aplicação da justiça informacional antirracista na práxis docente? Esta é a pergunta direcionadora desta pesquisa, cujo objetivo é estabelecer princípios orientadores para a aplicação da justiça informacional antirracista na práxis docente, com vistas à transformação de estruturas epistêmicas e pedagógicas em ambientes educacionais. Para tanto, esta investigação é teórica, de cunho bibliográfico e documental, a qual se embasa na literatura científica em Biblioteconomia e Ciência da Informação. O referencial teórico-conceitual encontra-se estruturado apresentando inicialmente o conceito de racismo informacional e o seu combate na prática docente, por fim, estabelece princípios para a justiça informacional antirracista na prática docente.

Biografia do Autor

  • Franciéle Carneiro Garcês-da-Silva, Universidade Federal do Pará (UFPA); Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
    Professora adjunta do Faculdade de Biblioteconomia da Universidade Federal do Pará (UFPA). Professora Colaboradora do Programa de Pós-Graduação em Gestão da Informação, da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGInfo/UDESC). Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Mestra em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia/Universidade Federal do Rio de Janeiro (IBICT-UFRJ). Idealizadora e gestora do Quilombo Intelectual, E Coordenadora do Selo Nyota e do GT Relações Étnico-raciais e Decolonialidades (GT RERAD). Vice-Líder do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Recursos, Serviços e Práxis Informacionais (NERSI) e compõe o quadro de integrantes do Grupo de Pesquisa Ecce Liber: Filosofia, linguagem e organização dos saberes como membro do Satélites em Organização Ordinária dos Saberes Socialmente Oprimidos (O²S².sat).
  • Ana Paula Meneses Alves, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Ciência da Informação, Departamento de Organização e Tratamento da InformaçãoMinibio: Doutora em Ciência da Informação pela Unesp em regime de cotutela com a Universidade de Granada - Espanha, na qual recebeu o título de Doutora em Ciências Sociais. Mestre em Ciência, Tecnologia e Sociedade pela UFSCar. Bacharel em Biblioteconomia pela Unesp. Atualmente é Professora Adjunta da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais. Líder no Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Recursos, Serviços e Práxis Informacionais (NERSI- UFMG). Membro da ABMG, da Ancib e da REBRALS. Atual Coordenadora do Centro de Estudos Africanos da UFMG.
  • Dirnéle Carneiro Garcez, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
    Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
  • Nathalia Lima Romeiro, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)<span style="white-space: pre;"> </span>
    Professora Adjunta na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
  • Priscila Rufino Fevrier, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
    Doutoranda em Ciência da Informação pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).

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Publicado

05-03-2026

Volume dos Anais

Seção

GT 6 – Informação, Educação e Trabalho