AS PRÁTICAS INFORMACIONAIS DE EDUCAÇÃO CRÍTICA NO YOUTUBE

Autores

  • Daniella Alves de Melo Universidade Federal da Paraíba image/svg+xml Autor
  • Edvaldo Carvalho Alves Universidade Federal da Paraíba. Autor
  • Fellipe Sá Brasileiro Universidade Federal da Paraíba<span style="white-space: pre;"> </span> Autor

Resumo

A construção de uma consciência crítica é imprescindível para a emancipação dos sujeitos frente aos desafios econômicos, políticos, sociais e tecnológicos desta nova cultural digital, marcada pela plataformização, dataficação da vida e performatividade algorítmica. Tal consciência pode ser fomentada através de diferentes iniciativas, institucionais ou não, a partir de práticas informacionais críticas que levem os sujeitos a agir (individual e coletivamente) no sentido de transformar a realidade a seu redor. Desse modo, este artigo é parte de uma pesquisa de doutorado em andamento e tem como objetivo apresentar um levantamento de canais que se autodenominam marxistas e produzem conteúdo educativo crítico, reunindo assim, dados preliminares para uma posterior análise de como as práticas informacionais críticas vêm sendo constituídas no ambiente digital, em especial no Youtube, e quais impactos podem ser observados na construção da competência crítica em informação por parte dos sujeitos. Trata-se de uma pesquisa descritiva, de abordagens qualitativa e quantitativa, em que os dados foram coletados a partir de pesquisa de campo, por meio da etnografia virtual. Recuperou-se um total de 28 canais que fomentam a educação crítica no YouTube, dos quais foram elencados os cinco mais influentes. Estes canais buscam promover a consciência crítica nos sujeitos, a partir de discussões sobre conceitos e conjunturas sociais que permeiam nosso cotidiano.

Biografia do Autor

  • Daniella Alves de Melo, Universidade Federal da Paraíba
    Bacharela em Comunicação com habilitação em Relações Públicas, mestra e doutoranda em Ciencia da Informação pela Universidade Federal da Paraiba.
  • Edvaldo Carvalho Alves, Universidade Federal da Paraíba.
    Doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Bacharel em Ciências Socias pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Professor Adjundo do Departamento de Ciência da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFPB.
  • Fellipe Sá Brasileiro, Universidade Federal da Paraíba<span style="white-space: pre;"> </span>
    Doutor e Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Graduado em Comunicação Social pela UFPB (Habilitação em Relações Públicas). Pós-Doutorado em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais pela Universidade de Aveiro (UA), Portugal. Professor Adjunto do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB.

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Publicado

24-08-2022

Volume dos Anais

Seção

GT 3 – Mediação, Circulação e Apropriação da Informação