REPRESENTAÇÃO DE FIGURINOS: A MODA COMO INFORMAÇÃO

Autores

  • Maria Cecilia Barros <span>Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia</span> Autor
  • Rosali Fernandez de Souza <span>Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação.</span> Autor
  • Naira Christofoletti Silveira <p><span>Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro</span></p> Autor

Resumo

A presente pesquisa trata da Representação Documentária de figurinos em museus.  O objetivo geral é identificar elementos descritivos de registros bibliográficos para a representação de figurinos buscando uma proposta de representação de figurino tendo por base documentos normativos. Como objetivos específicos: analisar registros bibliográficos visando identificar elementos de representação de figurinos; analisar documentos normativos visando identificar elementos para a representação de figurinos; identificar semelhanças e diferenças de representações de um mesmo figurino. O referencial teórico contextualiza a Moda na sociedade e apresenta contribuições da organização e representação do conhecimento para a temática estudada. Os procedimentos metodológicos envolvem coletar dados e analisar a representação de calça Bloomer no Fashion Institute of Technology Museum, no Kyoto Costume Institute e no Victoria & Albert Museum; análise de elementos de representação para figurinos no International Standard Bibliographic Description (ISBD), IFLA Library Reference Model (IFLA-LRM) e o International Committee for Museums and Collections of Costume (ICOM COSTUME).  Como resultado, observou-se que os registros vigentes apesar de tratarem da mesma peça possuem elementos descritivos diferentes nos museus analisados. Cada instituição analisada representou o figurino calça Bloomer em base de elementos visuais e de elementos implícitos, ou seja, sem campo delimitado definido. Conclui-se que a representação bibliográfica de figurinos não é padronizada, o que seria desejável, contudo, respeitando-se as características próprias de cada instituição e de seus usuários, para a interoperabilidade entre os sistemas de informação. No entanto, foi possível identificar diretrizes para a representação de figurinos.

Biografia do Autor

  • Maria Cecilia Barros, <span>Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia</span>
    Mestre em Ciência da Informação no Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação IBICT/UFRJ. Graduação em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2016).
  • Rosali Fernandez de Souza, <span>Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação.</span>
    Doutorado em Ciência da Informação.
    Polytechnic of North London / Council for National Academic Awards, PNL/CNAA, Grã-Bretanha.Mestrado em Ciência da Informação.
    Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, IBICT, Brasil.Graduação em Biblioteconomia e Documentação.
    Universidade Santa Úrsula, USU, Brasil.
  • Naira Christofoletti Silveira, <p><span>Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro</span></p>

    Doutorado em Ciência da Informação - Universidade de São Paulo, USP

    Mestrado em Ciência da Informação - Pontifícia Universidade Católica de Campinas, PUC Campinas

    Graduação em Biblioteconomia e Ciência da Informação.
    Universidade Federal de São Carlos, UFSCAR

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Publicado

28-08-2022

Volume dos Anais

Seção

GT 2 – Organização e Representação do Conhecimento