TECNOLOGIAS VERDES: ELO COM A COLONIALIDADE E DECOLONIALIDADE

Autores

  • Priscila Ramos Carvalho Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)<br /> Autor
  • Fábio Castro Gouveia Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)<br /> Autor

Resumo

A crise ambiental e mudanças climáticas nos convidam a pensar sobre uma possível crise da civilização contemporânea. Este estudo teve como objetivo relacionar as tecnologias verdes com as reflexões sobre colonialidade e decolonialidade, a partir de uma pesquisa bibliográfica e documental. O resultado da pesquisa identificou 23 minerais importantes para as tecnologias verdes, sendo que alguns estão em regiões de conflito no Sul global. O estudo apontou que as tecnologias verdes podem contribuir para a manutenção da colonialidade e reforçar as desigualdades entre Norte e Sul global. Por outro lado, o desenvolvimento tecnológico no Sul global pode ajudar a decolonialidade.

Biografia do Autor

  • Priscila Ramos Carvalho, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)<br />
    Profissional com ampla formação acadêmica, atualmente é doutoranda em Ciência da Informação pela UFRJ. Possui mestrado em Ciência da Informação pela UFRJ e detém MBA em Data Science Analytics pela USP/Esalq, MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e MBA em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Além disso, é graduada em Sistema de Informação pela Universidade Estácio de Sá (UNESA) e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL). Participa dos grupos de pesquisa: 1) Perspectivas Filosóficas da Informação (Perfil-i), 2) Digitalidades da Informação e do Conhecimento nas Humanidades e 3) Ciência, Dados, Redes e Metrias (Scimetrics). Colabora com o Laboratório em Rede de Humanidades Digitais (Larhud) e a Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD). Tem interesses em pesquisas sobre Inteligência Artificial (ética, privacidade de dados, vigilância digital, desinformação digital e capitalismo de plataforma); Governança de Dados (China e Brasil); Metrias da informação (coleta, extração, análise e visualização de dados); Humanidades Digitais (métodos digitais); a favor do acesso à informação, ciência aberta, dados abertos e código aberto, em prol da democratização do conhecimento.
  • Fábio Castro Gouveia, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)<br />
    Tecnologista em Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz no Brasil cedido para exercer a Função comissionada executiva de Chefe da Divisão de Acompanhamento Institucional - DINST do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia IBICT. Líder do Grupo de Pesquisa Ciência, Dados, Redes e Métricas (Scimetrics) é também pesquisador na Rede Zika Ciências Sociais (https://fiocruz.tghn.org/zikanetwork/). Gouveia é Biólogo, possui mestrado em Microbiologia e Imunologia e doutorado em Química Biológica (Educação, Gestão e Difusão de Biociências). Ele fez um pós-doutorado curto como Visiting Fellow da Katolieke Universiteit Leuven (Bélgica) através do edital de bolsas de 2009 do Coimbra Group Scholarships Programme para professores e pesquisadores jovens de universidades latino-americanas. Em 2020, Gouveia e Elaine Rabello foram os vencedores do Altmetric Research Award for Promising Altmetrics Research. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação em convênio com o IBICT/Eco-UFRJ. Gouveia desenvolve pesquisas na área de Ciência da Informação, com ênfase em Estudos Métricos da Informação (Cientometria, Webometria, Altmetria e Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação), Métodos Digitais, STS, Data Science, Inteligência Artificial e Tecnologia Blockchain, e na área de Divulgação Científica e Comunicação em Saúde, com ênfase em estudos sobre internet e mídias sociais.

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Publicado

02-10-2024

Volume dos Anais

Seção

GT 5 – Política e Economia da Informação