ARTE, MUSEUS E PROVENIÊNCIA A PRESERVAÇÃO DA INFORMAÇÃO ARTÍSTICA

Autores/as

  • Danieli Di Mingo Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Autor
  • René Lommez Gomes Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Autor

Resumen

A cidade de Belo Horizonte, primeira capital de estado planejada do Brasil, foi fundada em 1897. Tem gravado em sua história o compromisso de ser cenário de marcantes articulações políticas acompanhado do viço do vanguardismo. Duas expressões desta vanguarda consistem nas instituições Museu Histórico Abílio Barreto e Museu de Arte da Pampulha. Os acervos constituídos em cada um destes incluem suas respectivas pinacotecas cuja formação demonstra aspectos semelhantes de idealização social representada pela arte. Propõe-se assim, jogar luz sobre o processo pelo qual se deu a construção da memória artística de Belo Horizonte empregando a metodologia dos estudos de proveniência.

 

Palavras-chave: museus; arte; proveniência; informação; memória.

 

Biografía del autor/a

  • Danieli Di Mingo, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

    Danieli Di Mingo – Bacharela em Administração pela UNIPAC, bacharela em Museologia pela UFMG, mestranda no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais e bolsista CAPES. Suas áreas de interesse concentram-se na História dos Museus; História das Coleções; Estudos de Proveniência; Museologia e Informação; Cultura Material. Participa como pesquisadora no RARIORUM - Núcleo de Pesquisa em História das Coleções e dos Museus (UFMG).

  • René Lommez Gomes, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
    René Lommez Gomes - Professor Titular do Departamento de Teoria e Gestão da Informação, da Escola de Ciência da Informação da UFMG. Coordena o RARIORUM – NÚCLEO DE PESQUISA EM HISTÓRIA DAS COLEÇÕES E DOS MUSEUS.

Publicado

2024-03-26