AGENDA 2030, SAÚDE E A COMPETÊNCIA CRÍTICA EM INFORMAÇÃO: DIAGNOSE DOS DOCUMENTOS DIGITAIS E INFORMAÇÕES PÚBLICAS NO COMBATE AO NOVO CORONAVÍRUS

Autores/as

  • CARLA MARIA MARTELLOTE VIOLA Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Autor
  • Anna Cristina Caldeira de Andrada Sobral Brisola Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Autor
  • Silvana Maria de Jesus Vetter <span>Universidade Federal do Maranhão (UFMA)</span> Autor

Resumen

Em razão da Organização Mundial da Saúde ter declarado surto de pandemia pelo novocoronavírus, o governo brasileiro precisou propor ações para cuidar da saúde, além de anteporprocedimentos em prol da disseminação e acesso à informação das medidas adotadas. A legislaçãobrasileira dispõe de normativas e orientações quanto à informação pública e saúde. Corrobora taisassertivas o documento “Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o DesenvolvimentoSustentável”, que foi ratificado pelo Brasil. Considerando essas iniciativas governamentais, o objetivodeste estudo é averiguar a forma de organização das propostas e normativas governamentaisbrasileiras para prevenção, tratamento e controle da Covid 19, e informação dos cidadãos, no intuitode verificar se as ações cumprem as determinações da Lei de Acesso à Informação e da Agenda 2030,no que se refere à promoção e disponibilização da informação pública para a saúde. Trata-se depesquisa exploratória, bibliográfica e documental para atender à persecução epistemológica eidentificar as ações governamentais. Adota abordagem qualitativa para análise dos fenômenos. Osresultados da pesquisa constatam que o governo brasileiro disponibiliza aos cidadãos uma plataformadigital denominada “Combate ao Coronavírus”, no portal da Câmara dos Deputados, mas queapresenta quadros, e não infográficos como descrito no link de acesso para consulta das propostasque intentam a conformação das iniciativas públicas para vencer a pandemia. Conclui que a plataformapossibilita aos cidadãos acesso e consulta de documentos, contudo, não permite o detalhamento daspesquisas em simplificadas e avançadas e não fomenta a Competência Crítica em Informação dousuário.

Biografía del autor/a

  • CARLA MARIA MARTELLOTE VIOLA, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    Advogada, Publicitária e Docente. Doutoranda (2019) e Mestra em Ciência da Informação (PPGCI/IBICT/UFRJ/2018), graduada em Comunicação Social/Propaganda e Publicidade (FACHA/1985) e em Direito (Universidade Santa Úrsula/1997). Pós-graduada em Gênero e Direito (EMERJ/2018-2019), em Gestão Estratégica da Comunicação (IGEC/FACHA/2011) e Direito do Consumidor Responsabilidade Civil (AVM/Candido Mendes/2013) com complementação em Didática do Ensino Superior. Integrante do grupo de pesquisa Perspectivas Filosóficas em Informação - Perfil-i (IBICT/UFRJ), pesquisadora-colaboradora do projeto de pesquisa FARMi, especialmente no eixo InfoGend que articula investigações sobre igualdade de gênero, direitos das mulheres e acesso à informação do IBICT/UFRJ, integrante do grupo de pesquisa BRIET: Biblioteconomia, Representação, Interoperabilidade, E-science e Tecnologia (IBICT/UFRJ), conselheira titular do Conselho de Usuários da Região Sudeste da OI TELEMAR 2020-2024 e delegada da Comissão de Direito Digital da 16ª subseção da OAB/RJ.
  • Anna Cristina Caldeira de Andrada Sobral Brisola, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    Doutora em Ciência da Informação - IBICT/UFRJ - Mar. 2021 Mestre em Ciência da Informação - IBICT/UFRJ - Mar. 2016 Formada em Comunicação Social - Jornalismo na UNISUAM em 2012/2. Formada em Comunicação Social - Publicidade da UNISUAM em 2013/2. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo, Editoria e Assessoria de comunicação. e imprensa. Membro do grupo de pesquisa Perfil-i (Perspectivas Filosóficas em Informação) Membro do grupo de pesquisa ESCRITOS (Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social) Membro do grupo Rede Coinfo. Pesquisas com enfoque em Competência Crítica em Informação, Desinformação, Fake News, Cidadania, participação cidadã, meio digital.
  • Silvana Maria de Jesus Vetter, <span>Universidade Federal do Maranhão (UFMA)</span>
    Doutora em Ciência da Informação, pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (conclusão: abril/2018). Defendeu a tese intitulada: Informação no Protagonismo Social, na Garantia dos Direitos e Satisfação de Necessidades dos Idosos: Centros de Convivência do Rio de Janeiro e São Luís. Mestre em Educação, pela Universidade Federal do Maranhão (conclusão em 2006), no qual defendeu a dissertação intitulada ?Experiências de Leitura de Pessoas Idosas? que deu origem ao livro ?Memórias de Leitura de Pessoas Idosas?, publicado em 2009. Graduação em Biblioteconomia, pela Universidade Federal do Maranhão (conclusão em 2002). É Professora Adjunto I do Departamento de Biblioteconomia, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) (desde 2008). Coordenou o Curso de Especialização em Mídias na Educação, modalidade à distância. Atua nas seguintes áreas: Ciência da Informação, com ênfase em Educação; Memória; Leitura e Formação de Leitores. Idoso e Competência em Informação, e Representação Descritiva da Informação.

Publicado

2021-09-02