REGIME DE INFORMAÇÃO PÚBLICA SOB DESCRÉDITO: OLHAR POLÍTICO-EPISTÊMICO
Autores/as
- Marcia Maria Melo Quintslr IBICT e IBGE Autor
- Bianca da Costa Maia Lopes IBICT Autor
Biografía del autor/a
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Marcia Maria Melo Quintslr, IBICT e IBGEDoutoranda e Mestra em Ciência da Informação (2018) pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia em convênio com a Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com foco em política e ética em informação e exclusão social e informação na gestão pública; pós-graduação em estatística (1984) e graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1977). Eleita presidente (2020/2022) e Vice-presidente (2015-2019) do Comitê Executivo do Instituto Interamericano de Estatística (IASI). É tecnologista da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na área de classificações estatísticas para pesquisas e levantamentos do campo social e para organização do Sistema Estatístico Nacional. Experiência no desenho, planejamento, produção, análise e gestão no campo das Estatísticas Oficiais brasileiras. Foi Diretora de Pesquisas do IBGE (out/2011-abr/2014), área responsável pelo plano estatístico brasileiro no que envolve metodologia, classificações, cadastros, planejamento, produção, análise e coordenação da produção das estatísticas sociais e econômicas, abarcando também o planejamento e análise temáticos das operações censitárias demográficas e da agropecuária. Coordenou a área de estatísticas de Trabalho e Rendimentos e Pesquisas domiciliares (2006-2011), respondendo pelas Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) entre outras pesquisas domiciliares; conduziu o planejamento e execução da reformulação integrada dessas pesquisas, através do projeto Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares; atuou com estatísticas do trabalho e sobre consumo, rendimentos, educação, habitação, saúde, gênero, uso do tempo, além de estudos sobre pobreza, condições de vida e segurança alimentar. Coordenou a área de Índices de Preços (1990-2006), atuando sobre os temas inflação, preços ao consumidor e construção civil, condições de vida, pobreza e segurança alimentar. Atuou em articulação com organizações nacionais e internacionais para subsidiar escolhas dos temas a investigar e mensurar, bem como dar suporte à adoção das melhores práticas na viabilização das estatísticas nacionais. Constituiu e orientou fóruns nacionais, a exemplo do Comitê de Estatísticas Sociais e do Comitê de Estatísticas de Gênero e Uso do Tempo. Participou de grupos nacionais sobre os temas segurança alimentar, cesta básica e pobreza. No contexto internacional, atuou na elaboração de recomendações da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre índices de preços ao consumidor (2003), trabalho infantil (2008) e da atualização das recomendações fundamentais sobre estatísticas do trabalho que vigiam desde 1983 , tendo presidido a conferência técnica referente a esta revisão (2013) na XIX Conferência Internacional de Estatísticos do Trabalho, realizada na sede da OIT em Genebra. Representou o Brasil em diferentes fóruns, com destaque para três participações nas sessões de 2012 a 2014 da Comissão de Estatísticas das Nações Unidas, em Nova Iorque.
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Bianca da Costa Maia Lopes, IBICTPesquisadora associada do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Doutora em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação do IBICT, em convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGCI-IBICT/UFRJ), com tese que investiga as interlocuções político-epistêmicas do sigilo da informação pública e suas contradições no contexto democrático brasileiro. Mestra em Ciência da Informação pelo mesmo Programa (2018), como bolsista do CNPq, dedicou-se a investigar o potencial de divulgação científica de ações de difusão de arquivos públicos brasileiros. Bacharela em Comunicação Social pela UFRJ (2005) e em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) (2018), com trabalho de conclusão de curso premiado em 1o Lugar do Prêmio Nacional de Arquivologia Maria Odila Fonseca (Categoria Monografia de Graduação), pelo Arquivo Nacional (2018), e 2o lugar do Prêmio VI Reunião Brasileira de Ensino e Pesquisa em Arquivologia (Reparq), em categoria equivalente (2019). Integra o grupo de pesquisa Perspectivas Filosóficas em Informação (Perfil-i) e o International Center for Information Ethics (ICIE). Servidora pública do Estado do Rio de Janeiro desde 2010, com experiência profissional em gestão de documentos e planejamento estratégico de tecnologia da informação. Tem interesse de pesquisa nas temáticas: políticas públicas de informação; direito à informação, com foco em sua transparência e integridade; usos das tecnologias de informação e comunicação para o debate público; ética da informação e desinformação.
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Publicado
2026-03-05
Número
Sección
GT 5 – Política e Economia da Informação